¡Nosotras somos todas Honduras, estamos en resistencia!
¡Nosotras somos todas Honduras, estamos en resistencia!
La Marcha Mundial de las Mujeres y la Red Latinoamericana Mujeres Transformando la Economía nos unimos a todas las organizaciones feministas y del movimiento social de Honduras para condenar y repudiar vehementemente el golpe de estado contra el presidente Manuel Zelaya Rosales, dirigido por las Fuerzas Armadas y el presidente del Congreso Nacional, Roberto Micheletti, con apoyo de los medios de comunicación controlados por la oligarquía de ese país.
Ejecutado por las fuerzas armadas a las 5 de la mañana del domingo, 28 de junio, el golpe truncó las aspiraciones democráticas de la población, que se preparaba para realizar encuesta donde se le preguntaría a la sociedad hondureña si estaba de acuerdo en convocar a una Asamblea Nacional Constituyente que elaboraría una nueva constitución. Además, el golpe militar instauró en la presidencia a Roberto Micheletti, títere de la oligarquía hondureña.
Apoyamos a la resistencia pacífica del pueblo, en particular a las feministas hondureñas, que están movilizados en vigilias y huelga general en apoyo al Presidente Zelaya y a la restitución de la democracia hondureña, y nos juntamos a todos los movimientos sociales para exigir:
1. El reestablecimiento del orden
constitucional, sin derramamiento de sangre
2. Que el Ejercito no reprima a la población de Honduras que exige el retorno
de la democracia
3. Que se respete la integridad física de las feministas y demás dirigentes
sociales, que estuvieran al frente de la consulta
4. El retorno inmediato del Presidente Zelaya a sus funciones en Honduras y el
rechazo a Micheletti por parte de la Organización de los Estados Americanos.
5. Que las autoridades garanticen el derecho de la populación al pleno
ejercicio de la democracia a través la consulta popular.
Denunciamos el rol de los medios de comunicación comerciales, utilizados por las oligarquías hondureñas como herramienta para frenar la voluntad popular e intermediar, alentar y justificar el golpe, haciéndolos cómplices.
Exhortamos a todas las personas, organizadas y no organizadas, en nivel nacional e internacional, a que se manifiesten en contra de esta agresión a los derechos del pueblo hondureño y a difundir este pronunciamiento. Invitamos también a socializar informaciones producidas por los medios populares como la Radio ELM (www.radioeslodemenos.org) y la Radio Mundo Real (www.radiomundoreal.fm).
Además, llamamos a los movimientos sociales a protestar frente a las representaciones diplomáticas y comerciales de Honduras, y a enviar cartas de rechazo al golpe de estado a las embajadas en cada uno de sus países.
¡Estaremos en marcha hasta que todas seamos libres!
29 de junio de 2009
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We are all Honduras, We resist!
The World March of Women and the Red Latinoamericana Mujeres Transformando la Economía join all feminist organizations and social movements from Honduras to condemn and strongly reject the military coup against president Manuel Zelaya Rosales, organised by the Army and the President of the National Congress, Roberto Micheletti, with the support of the mass media controlled by the oligarchy of that country.
Lead by the Army at 5am of Sunday 28th of June, the coup frustrated the democratic hopes of the people, that were preparing to hold a consultation where Honduran society should decide around calling for a Constituent National Assembly to elaborate a new Constitution. Even more, the military coup named Roberto Micheletti as President, a puppet of Honduras’s oligarchy.
We support peoples' pacific resistance, particularly the Honduran feminists that are holding vigils and a general strike in support of the President Zelaya and for the restitution of democracy. We join all social movements to demand:
1. The immediate reestablishment of Constitutional order, without bloodshed.
2. We call on the Army to refrain from repressing the people of Honduras, who are demanding a return to democracy.
3. That physical integrity of feminist and social leaders, who were leading the consultation, be respected
4. The immediate return of president Zelaya to his function in Honduras and rejection to Micheletti by the Organization of American States
5. That the authorities guarantee the right of the population to the full exercise of democracy through the popular consultation.
We denounce the role played by the corporate mass media, used by Honduran oligarchy as a tool to stop popular will and to support and justify the coup.
We urge all people, organized or not organized at national and international level to pronounce against this aggression to Honduran people's rights and to spread these words. We also invite all to share information produced by popular media as Radio ELM (www.radioeslodemenos.org) and Radio Mundo Real (www.radiomundoreal.fm).
We call social movements to protest in front of diplomatic and commercial representations of Honduras and to send letters expressing rejection to the military coup to the Honduras embassies in each country.
Women on the march until we are all free!
29th June 2009
PS: We´re sending attached the Honduras Women´s Movement Note, we have just received (only in Spanish) and some pictures.------------
Somos todas Honduras! Estamos em resistência!
A Marcha Mundial das Mulheres e a Rede Latinoamericana Mulheres Transformando a Economia nos unimos a todas as organizações feministas e do movimento social de Honduras para condenar e repudiar veementemente o golpe de Estado contra o presidente Manuel Zelaya Rosales, dirigido pelas Forças Armadas e pelo presidente do Congresso Nacional, Roberto Micheletti, com apoio dos meios de comunicação controlados pela oligarquia deste país.
Executado pelas forças armadas às 5 da manhã do domingo, 28 de junho, o golpe truncou as aspirações democráticas da população, que se preparava para realizar uma consulta à sociedade hondurenha, para verificar se estava de acordo em convocar uma Assembléia Nacional Constituinte, com o objetivo de elaborar uma nova constituição. Além disso, o golpe militar colocou na presidência Roberto Micheletti, fantoche da oligarquia hondurenha.
Apoiamos a resistência pacífica do povo, em particular das feministas hondurenhas, que estão mobilizados/as em vigílias e greve geral em apoio ao Presidente Zelaya e à restituição da democracia hondurenha, e nos somamos a todos os movimentos sociais para exigir:
- O restabelecimento da ordem constitucional, sem derramamento de sangue.
- Que o Exército não reprima a população de Honduras que exige o retorno da democracia.
- Que se respeite a integridade física das feministas e demais dirigentes sociais, que estiveram a frente da consulta.
- O retorno do Presidente Zelaya a suas funções em Honduras, e o rechaço a Micheletti por parte da Organização dos Estados Americanos (OEA).
- Que as autoridades garantam o direito da população ao pleno exercício da democracia através da consulta popular.
Denunciamos o papel dos meios de comunicação comerciais, utilizados pelas oligarquias hondurenhas como ferramenta para frear a vontade popular e intermediar, encorajar e justificar o golpe, o que os torna cúmplices.
Conclamamos todas as pessoas, organizadas em movimentos ou não, em nível nacional e internacional, a se manifestarem contra esta agressão aos direitos do povo hondurenho e a divulgar este pronunciamento. Convidamos também a socializar informações produzidas pelos meios populares como a Rádio ELM (www.radioeslodemenos.org) e a Rádio Mundo Real (www.radiomundoreal.fm).
Além disso, convocamos os movimentos sociais a protestar frente às representações diplomáticas e comerciais de Honduras, e a enviar cartas de repúdio ao golpe de Estado às embaixadas em cada um de seus países.
Seguiremos em marcha até que todas sejamos livres!
29 de junho de 2009



















